Clubes do Brasileirão defendem o fim do limite de partidas disputadas para transferências de jogadores entre equipes do torneio. Proposta pelo presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, a medida busca valorizar o mercado interno após a decisão de reduzir estrangeiros nos elencos. O projeto, que substituiria o teto recém-ampliado de sete para 12 jogos previsto para 2026, foi bem aceito pelos dirigentes e será votado formalmente na próxima reunião, em outubro.
Depois de aprovarem a redução gradual de estrangeiros nas equipes e de uma nova grade de horários para os jogos do Brasileirão, os clubes pediram também uma outra mudança no que se refere aos requisitos para transferências. Os clubes brasileiros querem o fim no limite de partidas realizadas por um clube para jogadores que desejam uma nova transferência doméstica.
Segundo a "ESPN", Luiz Eduardo Baptista (o Bap, presidente do Flamengo) apresentou a proposta. Os outros clubes aceitaram bem a sugestão de medida do mandatário rubro-negro, e os dirigentes votarão a implementação na próxima reunião, em outubro.
Segundo BAP, a ideia de retirar o limite de jogos é uma forma de valorizar o mercado interno, uma vez que foi aprovada a redução do número de estrangeiros relacionados para cada jogo do Brasileirão.
Vale lembrar que, recentemente, o limite de jogos feitos por um jogador antes de se transferir para outro clube do Brasileirão aumentou. Anteriormente, o jogador que completasse sete jogos por um clube não poderia mais se transferir para um novo time.
No entanto, para a temporada 2026, o número foi para 12 jogos. O motivo da mudança à epoca, segundo a CBF, foi por conta do alongamento do calendário de jogos do futebol brasileiro.
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