Técnico do Canadá pede atenção antes do mata-mata com a África do Sul: "Vão dar trabalho"

Jesse Marsch, técnico canadense, fez questão de valorizar a força da África do Sul antes do jogo de 16 avos de final

26 jun 2026 - 17h25
Jesse Marsch, técnico do Canadá, durante a fase de grupos –
Jesse Marsch, técnico do Canadá, durante a fase de grupos –
Foto: Emilee Chinn/Getty Images / Jogada10

Pela primeira vez na história, o Canadá vai entrar em campo por um jogo de mata-mata de Copa do Mundo. No próximo domingo, 28, no SoFi Stadium, em Los Angeles, os canadenses enfrentam a África do Sul, às 16h (de Brasília), no que será a primeira partida da fase 16 avos de final deste Mundial.

Apesar de não ter conseguido conquistar o direito de seguir jogando em casa, como foi na primeira fase onde atuou em Toronto e Vancouver, o Canadá está em festa pela classificação. Contudo, o técnico Jesse Marsch já está de olho e totalmente focado no duelo do próximo domingo.

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Marsch falou com a imprensa canadense após a definicação do seu adversário no mata-mata, e fez questão de pedir atenção redobrada para os seus jogadores. Segundo o treinador, o time da África do Sul pode dar muito trabalho para o Canadá por conta das características dos jogadores.

Jesse Marsch, técnico do Canadá, durante a fase de grupos –
Foto: Emilee Chinn/Getty Images / Jogada10

"O que vemos na África do Sul é uma equipe muito física e atlética, que joga em espaços abertos e que atualmente demonstra muita confiança em seu jogo. Fiquei impressionado com eles nesta partida (contra a Coreia do Sul). No fim das contas, é preciso reconhecer que a África do Sul mereceu este resultado. Eles foram a melhor equipe e vão nos dar trabalho", disse Marsch.

O técnico, obviamente, também falou sobre o Canadá ter "perdido o direito" de poder jogar em casa no mata-mata. Por ter terminado na segunda colocação do Grupo B, os canadenses terão que viajar e jogar "fora de casa", em Los Angeles. Marsch lamentou sair de perto da sua torcida, mas tentou ver um lado positivo de jogar nos Estados Unidos.

"Obviamente, queríamos ficar no Canadá, jogar diante da nossa torcida e absorver toda aquela energia. Mas também é muita pressão mental para o nosso time. Com toda aquela multidão na cidade e no hotel, é um verdadeiro circo. Nós realmente gostamos, mas acho que essa partida nos permitirá dar um passo para trás, abordar a situação com mais calma e nos concentrar totalmente no jogo", finalizou o técnico.

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