A SAF do Botafogo prometeu abrir as contas para o clube social. Nos últimos dias, o associativo ameaçou mover uma ação judicial para cobrar transparência e ter acesso aos documentos financeiros do Alvinegro. Afinal, há suspeita de fraude do empresário John Textor no aporte previsto para compra do clube, além de desconfiança com os valores de empréstimos.
Há o entendimento de falta de transparência e suspeita de descumprimento de John Textor na cláusula de compra da SAF. Dessa forma, o clube social enviou três notificações para a divulgação de documentos e transações. Em nota, a SAF do Botafogo revelou que agendou um encontro na próxima semana para apresentação integral da documentação.
Não é a primeira vez que o associativo cobra transparência. Recentemente, houve uma solicitação dos documentos do empréstimo para pagar a dívida por Thiago Almada, que gerou o transfer ban. Além disso, membros do associativo acreditam que a venda da SAF não foi concluída, já que acordo previa o investimento R$ 400 milhões, mas pouco mais de R$ 100 milhões foram transferidos para o Lyon.
O clube associativo é detentor de 10% das ações. Dessa forma, o Acordo de Acionistas do Botafogo prevê que o clube associativo atue como uma espécie de órgão fiscalizador da SAF. Na prática, no entanto, não é bem assim que funciona. Há algum tempo falta harmonia entre o social e a SAF, o que gerou mais desconfiança sobre John Textor.
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