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Pai de Bortoleto brinca sobre participação do filho na Stock Car: ‘Depende da autorização do chefe dele’

Lincoln Oliveira é CEO da Vicar, promotora da principal categoria de automobilismo no Brasil

24 abr 2026 - 05h00
Gabriel Bortoleto compete na F1 pela Audi
Gabriel Bortoleto compete na F1 pela Audi
Foto: Gongora/NurPhoto via Getty Images

Gabriel Bortoleto tem uma ligação especial com a Stock Car. Além de ser filho de Lincoln Oliveira, CEO da Vicar, promotora da categoria, o piloto de 21 anos já se testou em uma prova no grid mais cobiçado do automobilismo brasileiro. 

Em 2022, aos 17 anos, ele chegou na sexta colocação da corrida de duplas da Stock, em parceria com Gaetano di Mauro. Quatro anos depois e com o garoto em sua segunda temporada na Fórmula 1, o pai não esconde o desejo de ver o filho participando de uma corrida da categoria.

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“Para nós é superimportante. Ele ama de paixão a Stock Car. Ele é um embaixador da Stock Car e ele quer andar. Mas ele depende da autorização do chefe dele, que é o Mattia Binotto. Eu creio que o Mattia vai deixar ele andar, eu vou falar com ele e provavelmente o Gabriel vai andar na Stock Car também”, diz Lincoln ao Terra.

No próximo domingo, 26, Bortoleto estará no Autódromo de Interlagos para acompanhar a terceira etapa do campeonato. A presença do piloto da Audi, no entanto, será apenas no papel de espectador.

Apesar de depender de autorizações, a prática de pilotos de Fórmula 1 aproveitarem folgas no calendário para se testarem em outras categorias não é incomum. No último final de semana, Max Verstappen, da Red Bull, participou da segunda corrida classificatória para as 24 Horas de Nürburgring.

Se hoje sonha em ter um filho como convidado ilustre em uma corrida da Stock Car, Lincoln viu dentro de casa o despertar de Bortoleto para o automobilismo. O que começou como lazer na televisão aos 4 anos virou estreia na Fórmula 1 aos 20. 

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No caminho, houve uma mudança para a Europa aos 11 anos, na época para competir na Fórmula 4. A experiência de acompanhar o filho fez o CEO da Vicar acompanhar a vinda da categoria de acesso ao Brasil.

“Quando ele foi para lá, gastamos 750 mil euros (R$ 4,3 milhões, na cotação atual) no primeiro ano da Fórmula 4. Foi um absurdo, eu acho absurdo. E aí nós trouxemos a Fórmula 4 para o Brasil e hoje ela custa cerca de US$ 200 mil (cerca de R$ 1 milhão). Ele [piloto] pode correr aqui um ano e depois ir para a Europa e tentar a vida no monoposto da Europa”, completa.

Além da redução de custos, o pai de Bortoleto destaca que o projeto facilita a entrada de pilotos brasileiros para categorias europeias e, claro, a Fórmula 1.

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Fonte: Portal Terra
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