Sebastian Vettel voltou ao cockpit de um Fórmula 1 neste domingo (6), em Monza, mas o momento teve um significado especial. O tetracampeão mundial pilotou a lendária Ferrari F2002 de Michael Schumacher, em um fim de semana dedicado às homenagens ao heptacampeão pela equipe italiana.
A Ferrari preparou uma celebração especial pelos 30 anos da chegada de Schumacher a Maranello, com pintura inspirada no F310 de 1996, além de roupas e capacetes especiais. O F2002, um dos carros mais dominantes da história da categoria, também foi levado ao circuito italiano e conduzido por Vettel.
Ao sair do carro, o alemão não escondeu a emoção e destacou que a importância daquela experiência ia muito além da máquina.
“Por um lado, é um carro incrível de pilotar, é uma linda máquina, mas mais que tudo é o carro do Michael!”
Schumacher foi o grande ídolo de Vettel durante a infância e, com o passar dos anos, os dois alemães desenvolveram uma relação próxima. O heptacampeão também serviu como uma espécie de mentor para Vettel, que sempre destacou a influência de Michael em sua carreira.
A admiração foi tão grande que correr pela Ferrari se tornou um dos grandes sonhos de Vettel. Quando chegou à equipe em 2015, depois de conquistar quatro títulos com a Red Bull, o alemão não escondeu que seguir os passos de Schumacher fazia parte de sua motivação.
Vettel permaneceu na Ferrari até 2020, mas não conseguiu repetir o feito do compatriota e conquistar um campeonato mundial com a Scuderia.
Anos depois, voltar a pilotar justamente o F2002 de Schumacher tornou o momento ainda mais simbólico. Em Monza, Vettel não apenas conduziu uma das Ferraris mais importantes da história: esteve ao volante de um carro que pertenceu ao homem que ajudou a inspirar toda a sua trajetória na Fórmula 1.
A day Seb will never forget #F1 #ItalianGP pic.twitter.com/cIRegdLA2C
— Formula 1 (@F1) September 6, 2026