F1: FIA e FOM são pressionadas a “serem firmes” nas mudanças dos motores

Carlos Sainz e Max Verstappen defenderam alterações no regulamento de 2027 em meio às disputas políticas sobre os motores da F1

25 mai 2026 - 16h19
Foto: Divulgação / Mercedes

A FIA e a FOM vêm enfrentando pressão crescente para manterem as mudanças planejadas para os motores da Fórmula 1 em 2027, mesmo diante da resistência de algumas montadoras.

A principal proposta em discussão envolve alterar a divisão de potência das unidades de potência para um modelo 60/40 entre motor a combustão e energia elétrica, reduzindo a dependência elétrica dos carros atuais.

Publicidade

Carlos Sainz foi um dos pilotos que pediram uma postura mais rígida das entidades.

“Se há algo que eu posso fazer é pedir à FIA e à FOM que sejam firmes naquilo que acreditam ser o certo para o esporte.”

O espanhol reconheceu que os interesses políticos das fabricantes podem dificultar a implementação das mudanças.

“Como sempre acontece neste esporte, haverá política envolvida.”

Mesmo defendendo a nova divisão 60/40, Sainz admitiu que a solução ainda não representa o cenário ideal para os pilotos.

“Para nós, pilotos, isso nunca será suficiente.”

“A parte elétrica deve ser um complemento, e não uma dependência.”

Max Verstappen também voltou a pressionar por mudanças e reiterou sua preocupação com o futuro da categoria caso os regulamentos atuais sejam mantidos.

Publicidade

“Se continuar assim, será mentalmente insustentável.”

O tetracampeão ainda afirmou que FIA e FOM precisam agir mesmo diante da resistência de algumas equipes e fabricantes.

“Se a FIA for forte, e também a FOM, eles simplesmente precisam fazer isso.”

Fique por dentro das principais notícias
Ativar notificações