Atleta da Seleção de basquete passa mal após motorista de app impedir abertura de janela em corrida

Jogadora afirmou que pediu para abrir a janela devido a um enjoo, mas o motorista negou por causa de uma película recém-aplicada nos vidros

8 jun 2026 - 13h20
(atualizado às 13h36)
Resumo
A atleta Vanessa Sassá, da Seleção Brasileira de Basquete, relatou passar mal em uma corrida de aplicativo em que o motorista impediu a abertura das janelas devido a uma película recém-aplicada, gerando debates nas redes sociais sobre informações prévias aos passageiros.
Jogadora afirmou que pediu para abrir a janela devido a um enjoo, mas o motorista negou por causa de uma película recém-aplicada nos vidros
Jogadora afirmou que pediu para abrir a janela devido a um enjoo, mas o motorista negou por causa de uma película recém-aplicada nos vidros
Foto: Reprodução

Atleta da Seleção Brasileira de Basquete, Vanessa Sassá relatou que passou mal durante uma corrida por aplicativo em Brasília, no último sábado, 6. 

A jogadora, que atualmente defende o Cerrado Basquete, explicou que costuma sentir enjoo em viagens de carro e pediu ao motorista para abrir uma das janelas. 

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O pedido, porém, foi negado porque o veículo havia recebido uma película nos vidros naquele mesmo dia.

O trajeto durou cerca de dez minutos, mas o desconforto aumentou ao longo da viagem. Sassá chegou ao destino passando muito mal, com suor excessivo e forte enjoo, e acabou vomitando pouco depois. 

Ela afirmou que decidiu não interromper a corrida por estar sozinha e com medo de passar mal na rua.

Um vídeo compartilhado pela jogadora mostra que as manivelas das janelas estavam lacradas com um aviso orientando que os vidros não fossem abertos por 48 horas. 

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Nas imagens, o motorista explica que a abertura poderia comprometer a aplicação da película. Mesmo relatando o mal-estar, Sassá seguiu a viagem até o fim, já que faltavam apenas alguns minutos para chegar em casa.

Após a corrida, a atleta de 31 anos avaliou o motorista com uma estrela, mas disse que não encontrou no aplicativo uma opção que representasse adequadamente o ocorrido. 

Por isso, decidiu entrar em contato com a Uber por meio das redes sociais. Ela ressaltou que não teve a intenção de prejudicar o trabalhador, mas de levantar uma discussão sobre a possibilidade de os passageiros receberem informações prévias sobre condições específicas dos veículos antes de aceitarem uma corrida.

A repercussão gerou milhares de comentários na web. Alguns sugeriram que a atleta comprasse um carro e utilizasse remédios para enjoos. Sassá rebateu, afirmando que situações semelhantes poderiam afetar idosos, gestantes ou pessoas com condição respiratória comprometida.

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Fonte: Portal Terra
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