Trump diz que ainda avalia proibição da exportação de diesel

30 set 2026 - 19h07
Resumo
Donald Trump avalia proibir a exportação de diesel para conter a disparada dos preços da energia nos EUA, admitindo que a medida baratearia o diesel, mas encareceria a gasolina. O presidente atribuiu a alta à guerra entre Rússia e Ucrânia, enquanto o secretário de Energia, Chris Wright, apontou interrupções no fornecimento do Oriente Médio e da China, indicando que a Europa deve anunciar novas ofertas em breve.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira que mantém conversas sobre a proibição das exportações de ⁠diesel "todos os dias", enquanto ‌a Casa Branca se empenha em conter a alta ‌vertiginosa dos preços ‌da energia.

Falando do Salão ⁠Oval, Trump disse que uma proibição às exportações "teria um impacto negativo sobre os preços da gasolina", mas poderia reduzir ‌os custos do diesel. Ele ‌afirmou que ⁠a ⁠guerra entre a Ucrânia e a Rússia, ⁠com ‌ataques de ‌ambos os lados afetando a produção e as exportações de energia, é a principal ⁠causa do aumento dos preços do diesel e acrescentou: "achamos que estamos em uma posição muito ‌boa".

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O secretário de Energia, Chris Wright, disse que as interrupções ⁠foram mais generalizadas.

"Perdemos algumas exportações de diesel do Oriente Médio, embora estejamos restaurando essas, e perdemos as exportações de diesel da China. Portanto, são muitas interrupções", disse Wright.

Ele disse que o governo esperava anúncios em breve da Europa sobre novos suprimentos de diesel.

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