A TBG aguarda aprovação da ANP para investir US$ 300 milhões até 2031 em obras de dutos e estações de compressão, necessárias para atender à demanda extra gerada pelo leilão de reserva de capacidade. Segundo o presidente da empresa, Jorge Hijjar, a decisão do órgão regulador precisa ser rápida para cumprir os prazos do leilão, que deve movimentar cerca de 14 milhões de m³/dia de gás natural para abastecer usinas termelétricas.
A Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) aguarda aval da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para seguir adiante com investimentos de US$300 milhões necessários para atender uma demanda extra por gás do leilão de reserva de capacidade de março deste ano, afirmou o presidente, Jorge Hijjar, nesta quarta-feira.
O aporte prevê obras em estações de compressão e reforços nos dutos e precisa ser empenhado até 2031, segundo o executivo da TBG, que tem a Petrobras como principal sócia, com 51% de participação.
"Para que esse gás chegue a térmicas do leilão, a gente precisa de alguns reforços na malha; não muito grande, mas alguns reforços. E essa é uma definição que a ANP não pode demorar para (concluir), porque se ela demorar, a gente não consegue acabar para cumprimento do leilão", afirmou Hijjar.
Os contratos no âmbito da TBG com usinas termelétricas a partir do leilão podem representar uma movimentação de aproximadamente 14 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia (m³/dia).