FMI diz que prorrogação da trégua tarifária entre EUA e China aumenta previsibilidade do comércio

1 out 2026 - 12h45
Resumo
O FMI celebrou a prorrogação por dois meses da trégua comercial entre Estados Unidos e China, que inclui o início da redução de tarifas sobre bens não estratégicos. Segundo a porta-voz da instituição, Julie Kozack, a medida estabiliza as perspectivas globais ao aumentar a previsibilidade no comércio internacional e abrir caminho para um tratamento tarifário mais favorável entre as duas maiores economias do mundo, processo que seguirá sob o monitoramento contínuo do órgão.

‌O Fundo Monetário Internacional (FMI) declarou nesta quinta-feira que acolhe com satisfação o acordo entre os Estados Unidos ⁠e a China para ‌prorrogar a trégua comercial por dois meses ‌e dar ‌início a um processo ⁠de redução das tarifas sobre bens não estratégicos, acrescentando que isso ajudaria a estabilizar as perspectivas ‌do comércio global.

"Isso é ‌importante porque ⁠contribui ⁠para aumentar a previsibilidade do ⁠ambiente ‌comercial, e ‌essa é uma conquista significativa", afirmou a porta-voz do FMI, Julie ⁠Kozack, em uma coletiva de imprensa de rotina. "Entendemos que o acordo alcançado ‌ou firmado estabelece uma estrutura para considerar um tratamento ⁠tarifário mais favorável para determinados produtos."

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O FMI continuará acompanhando a evolução das relações comerciais entre as duas maiores economias do mundo à medida que a implementação do acordo se tornar mais clara, acrescentou ela.

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