Bradesco está com viés mais conservador para crédito, mas sem "puxar freio de mão", diz CEO

7 mai 2026 - 10h08

‌O Bradesco está com apetite a risco moderado, com viés mais conservador, em razão da piora do cenário macro, mas continua com ⁠apetite e bem tracionado, afirmou ‌o presidente-executivo do banco, Marcelo Noronha.

"Isso não significa puxar ‌o freio de mão, ‌parar de operar", ressaltou ⁠o executivo nesta quinta-feira, em coletiva de imprensa, após a divulgação do resultado do primeiro trimestre na véspera.

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"O viés mais conservador ‌significa que eu posso pegar ‌certos modelos e ⁠dizer 'eu ⁠não tenho apetite para fazer isso aqui', ⁠ou ‌uma modalidade ou ‌outra, mas continuamos com tração forte naquilo que é bom, bons ratings, boas modalidades com ⁠garantia." 

O banco encerrou março com a carteira de crédito expandida em R$1,1 trilhão, acréscimo de 8,4% ‌na base anual, e manteve sua previsão de crescimento em 2026 ⁠de 8,5% a 10,5%.

O Bradesco divulgou na véspera lucro líquido recorrente de R$6,8 bilhões no primeiro trimestre, alta de 16,1% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) médio ficou em 15,8%, de 14,4% um ano antes.

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