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BCE avalia elevar compulsório dos bancos para reduzir suas próprias perdas, dizem fontes

30 jun 2026 - 14h51

O Banco Central Europeu está avaliando dobrar a proporção de dinheiro que os bancos devem manter como reserva em uma conta ⁠sem remuneração, disseram seis fontes à Reuters, ‌o que reduziria a conta de juros do próprio banco central ‌e atenuaria os efeitos ‌colaterais de sua luta contra ⁠a inflação.

O possível aumento, que está sendo debatido pelas autoridades do BCE, elevaria a taxa de compulsório de 1% para 2% dos depósitos de clientes ‌dos bancos e de algumas outras formas ‌de financiamento, ⁠disseram as ⁠fontes.

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Isso ajudaria os bancos centrais de países ricos, ⁠como ‌a Alemanha, a reduzir ‌as perdas decorrentes dos juros que pagam sobre os depósitos bancários que excedem as reservas obrigatórias, montante ⁠que atingiu trilhões de euros por meio dos programas de estímulo à compra de títulos da última década.

Isso também absorveria parte ‌desse excesso de liquidez, impulsionando os esforços do BCE para afastar os ⁠bancos do caixa livre, que deve ser reavaliado como parte da chamada revisão do arcabouço neste ano.

Uma decisão sobre a possível medida, que ainda não foi formalmente discutida pelo Conselho do BCE, deve ser tomada até o outono. As fontes afirmaram que a discussão dentro do BCE está em um estágio inicial.

Um porta-voz do BCE se recusou a comentar.

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