Alckmin diz que prioridade é garantir abastecimento de combustível; 'não controlamos guerras'

Vice-presidente defendeu o corte de PIS/Cofins para evitar picos de preços no diesel, mas criticou medida do governo passado que cortou ICMS dos combustíveis

14 mar 2026 - 11h58
(atualizado às 13h32)
'Queremos excluir mais produtos das tarifas de Trump', disse Alckmin
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Foto: Fábio Vieira/Estadão / Estadão

BRASÍLIA - O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, afirmou neste sábado que a prioridade do governo é garantir o abastecimento de combustível no País diante da alta do preço do barril de petróleo por causa da guerra no Oriente Médio. Ele participa de visita a concessionária da Scania no entorno de Brasília.

"O governo, preocupado com o bem-estar dos brasileiros, tomou duas medidas importantes. Primeiro, garantir abastecimento. Uma prioridade é não faltar combustível. Garantir abastecimento", afirmou.

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Ele citou que o corte de PIS/Cofins do governo federal foi para evitar picos de preços internos no diesel, criticando medida do passado em que o ICMS foi cortado, gerando judicialização e perdas para os Estados.

No caso do imposto de exportação criado pelo governo, Alckmin afirmou que é regulatório por conta do salto do preço internacional.

"O governo federal fez a parte dele, zerou PIS/Cofins e pôs uma subvenção. E como deu um salto no valor do barril do petróleo, altíssimo, o governo fez um imposto de exportação, regulatório, para poder ter mais equilíbrio", disse.

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