EX5 EM-i: quanto custa o carro que Ana Paula Renault ganhou após vencer o BBB 26?

Campeã do reality show da Globo ganhou automóvel além de prêmio histórico

22 abr 2026 - 00h34
Geely EX5 EM-i
Geely EX5 EM-i
Foto: Divulgação/RODOLFO BUHRER

Além do prêmio de R$ 5,7 milhões, Ana Paula Renault também conquistou um EX5 EM-i pela vitória do Big Brother Brasil 2026. A versão de entrada sai por R$ 189.990, enquanto a intermediária, Max, custa R$ 209.990, e a Ultra R$ 234.990. Lembrando que esses preços são de lançamento e a marca não divulga o prazo do término da condição especial. O único rival que tem o mesmo preço é o BYD Song Pro que parte de R$ 189.990, porém tem um porte um pouco menor e é menos potente com rendimento de até 197 cv.

O EX5 EM-i foi apresentado durante o Salão do Automóvel e se diferencia visualmente do SUV de mesmo nome elétrico. Na dianteira, por exemplo, o EX5 EM-i traz faróis unidos por uma barra de led que percorre toda a largura do veículo, enquanto o elétrico convencional aposta em um conjunto mais simples, com assinatura de led menor. Destaque para o alcance do conjunto óptico, segundo a Geely, que é de 181 metros com 23 metros de largura.

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Desenvolvido sobre a plataforma modular GEA, o conjunto mecânico une um motor 1.5 a combustão a dois motores elétricos que, combinados, entregam 262 cv de potência e 38,7 mkgf de torque. Segundo a marca, o SUV sai da imobilidade e chega a 100 km/h em apenas 7,8 segundos.

A marca focou em sua apresentação no alcance do modo elétrico da versão topo de linha, Ultra, que chega a 112 km, e é uma das maiores autonomias do segmento. O consumo urbano de 14,8 km/l também é positivo e o rodoviário é de 13,1 km/l, segundo dados do Inmetro. A promessa da Geely é de uma autonomia total surpreendente de 1.300 km.

A versão Ultra é a que traz a maior bateria com 29,8 kWh e portanto com a maior autonomia elétrica. Já as versões de entrada, Pro e Max, trazem um conjunto com menor capacidade de 18,4 kWh e uma autonomia de 65 km. Todas as versões possuem tecnologia V2L e V2V, podendo atuar como um "powerbank gigante" para alimentar equipamentos elétricos externos ou até recarregar outros veículos.

Com 4,74 metros de comprimento, 1,90 m de largura, 1,68 m de altura e um entre-eixos de 2,75 m, o EX5 EM-i garante bom espaço interno. A altura livre do solo é de 17,2 cm, um número que permitiu trafegar pelas ruas de São Paulo sem nenhum percalço. O porta-malas acomoda 428 litros, expansíveis para mais de 2.000 litros com os bancos rebatidos, seguindo a média da categoria.

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No interior nós voltamos a encontrar a combinação padrão que temos visto nos SUVs chineses, volante de base reta, central multimídia de mais de 15 polegadas, quadro de instrumentos de mais de 10 polegadas e head-up display que ocupa uma área de 13,8" do para-brisa. A solução de conectividade funciona, mas falta personalidade, e a ausência de botões físicos no console central também atrapalha a vida a bordo e pode comprometer a segurança.

Os três motores funcionam de forma coordenada e conforme o modo de condução selecionado ou mesmo escolhido pelo próprio computador de bordo conforme a velocidade, carga do acelerador, inclinação do terreno, demanda energética e nível da bateria.

Na rodagem rodoviária é nítida a presença do motor a combustão, que se mostrou silencioso e escancarou que há também um bom isolamento acústico da cabine. O test-drive proposto pela marca priorizou a rodagem na estrada, portanto não utilizamos o modo elétrico.

Um ponto de atenção durante a condução foi o comportamento dinâmico que prioriza o conforto, mas que merecia uma calibração dos amortecedores um pouco mais firme, para que a carroceria ficasse mais estável ao passar pelas imperfeições do piso. É nítido que o sistema precisa passar por um processo de "tropicalização" para que o acerto fique mais condizente com a realidade dos nossos asfaltos.

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O pacote de segurança ativa é bem completo como manda o figurino dessa categoria com piloto automático adaptativo, frenagem autônoma de emergência, alerta de tráfego cruzado, de ponto cego e de saída de faixa. O sistema de identificação das placas é um pouco invasivo pois dá um alerta sonoro todas as vezes que a velocidade máxima da via é ultrapassado, é possível desligá-lo, mas quando o carro é desligado o sinal volta a ressoar.

Fonte: Portal Terra
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