Ela estreou em 17 de julho na Netflix e já entrou para o top 10 de 9 países. Quando dei o play, sem muita esperança de que fosse gostar, não imaginava que ficaria tão presa à história. Muito menos que choraria como chorei.
Levei apenas uma tarde e meia para assisti-la do início ao fim e terminei com uma sensação que misturava amargura e esperança.
Esta é a história de um luto doloroso e de como superá-lo. É um lembrete para todos nós que estamos enfrentando a dor de uma perda de que a vida continua e é possível seguir em frente. É uma jornada em busca da própria identidade. É atravessar essa dor e permitir que ela faça parte de nós.
E é uma história delicada que nos lembra a sorte que temos de continuar vivos.
Uma história sobre luto, identidade e amor-próprio
Estou falando do novo sucesso espanhol da Netflix, estrelado por Alícia Falcó, Georgina Amorós e Pablo Álvarez, "O Mapa dos Desejos".
Minissérie de apenas seis episódios, ela nos convida a fazer uma pergunta: é possível amar alguém sem antes amar a si mesmo?
A história acompanha Greta, uma jovem que diz ter nascido para salvar sua irmã Lucy, que sofre de leucemia, graças às suas células-tronco. Mas a vida não segue roteiros e, às vezes, histórias felizes têm finais tristes — e, neste caso, Lucy acaba morrendo.
Greta, que só sabia viver à sombra da irmã e ao lado dela, fica vazia, enquanto a dor da perda destrói toda a sua família.
Antes de morrer, Lucy prepara um jogo que chega às mãos de Greta quando sua irmã já não está mais ...
Matérias relacionadas
O dorama da Netflix que mostra que nunca é tarde para amar: tem apenas seis episódios