Bad Bunny não receberá cachê pelo show no intervalo do Super Bowl, pois a apresentação é tradicionalmente vista como uma oportunidade de marketing e divulgação, embora os artistas tenham despesas mínimas cobertas.
Bad Bunny foi o escolhido para a apresentação no intervalo do Super Bowl no próximo domingo, 8, entre New England Patriots e Seattle Seahawks. Recém-premiado na categoria ‘álbum do ano’ no Grammy, o cantor porto-riquenho carrega a expectativa de um show histórico em San Francisco. Ele, porém, não irá receber o pagamento pelo espetáculo.
- Está no Tiktok? O Terra Esportes chegou por lá para te manter informado de um jeito diferente e divertido. Siga nosso perfil, curta e compartilhe!
Isso faz com que a apresentação seja bem diferente das outras ao longo da carreira do cantor, ao menos no lado financeiro. De acordo com a Forbes, Bad Bunny foi o décimo cantor que mais faturou em 2025, com US$ 66 milhões (R$ 346,4 milhões) recebidos.
A explicação para a ausência de cachê de Bad Bunny no Super Bowl, porém, é simples e não tem qualquer relação com seus discursos críticos às políticas de imigração dos Estados Unidos.
Tradicionalmente, os artistas responsáveis pelo show do intervalo do evento não recebem o pagamento, apenas o mínimo exigido por sindicatos. Isso porque o palco do Super Bowl é considerado uma grande ferramenta de marketing e divulgação.
A apresentação de Kendrick Lamar no ano passado, por exemplo, soma 159 milhões de visualizações no Youtube. O Spotify também estima que a música ‘Not Like Us’, cantada pelo rapper no show, teve um aumento de 430% de streams após a partida.
Alguns cantores chegam até a tirar dinheiro do próprio bolso para tornar o espetáculo ainda maior. O valor vai além dos US$ 10 milhões (R$ 52,4 milhões) que costumam ser disponibilizados pela NFL e pela Apple Music, segundo a Forbes.