O disco dos anos 1990 que Olivia Rodrigo define como 'perfeito'

Fã de bandas de rock alternativo, especialmente com garotas na formação, cantora pop revela álbum que mais a impactou na juventude

20 jun 2026 - 10h05

Apesar de ter uma carreira diretamente ligada ao pop, Olivia Rodrigo nunca escondeu sua atração pelo rock alternativo dos anos 1990 — em especial bandas com garotas envolvidas, como Bikini Kill, L7 e Hole.

Olivia Rodrigo em 2026
Olivia Rodrigo em 2026
Foto: Xavi Torrent / Getty Images / Rolling Stone Brasil

No entanto, há uma obra específica de meados da década de 1990 que ocupa um lugar verdadeiramente especial no coração da artista. Trata-se de Jagged Little Pill (1995), o terceiro álbum de Alanis Morissette.

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Em declarações sobre suas maiores referências musicais (via All Music), Olivia não poupou elogios ao maior clássico da cantora canadense. Ela foi categórica ao defini-lo como uma obra nota 10:

Olivia comentou sobre o disco:

"Meu álbum perfeito, nota 10, é Jagged Little Pill, da Alanis Morissette. Eu cresci ouvindo a rádio Jack FM com meus pais, e eles tocavam músicas como 'Hand in My Pocket', 'You Oughta Know', 'Ironic' e outras do tipo, então acho que, inconscientemente, eu já conhecia essas músicas. Mas me lembro de uma professora de piano me dizendo: 'Nossa, você precisa ouvir esse álbum. É incrível'."

Olivia Rodrigo e Jagged Little Pill

Além de apontar o disco como perfeito, Olivia Rodrigo destacou o sentimento de empoderamento que as canções lhe transmitem. Para ela, a relevância de Jagged Little Pill atravessa gerações porque se conecta diretamente com a imperfeição da vida real:

"É o álbum mais humano que eu já ouvi. Eu devia ser uma criança muito angustiada, que sofria com a pressão do perfeccionismo de uma forma diferente. Não era dos meus pais, mas eu devia ter isso comigo e simplesmente ouvi esse tipo de música e pensei: 'Meu Deus, isso fala muito comigo.'"

A música que impactou

Ela arremata, dizendo que "Perfect" foi a música que mais a impactou em um primeiro momento:

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"Lembro de ouvir o álbum, com uns 12 ou 13 anos, e pensar: 'Meu Deus, dá para dizer isso em uma música? Isso é muito louco'."

Rolling Stone Brasil
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