Papangu refletir sobre a era da IA em novo disco mais experimental

Inspirado em rituais de proteção do corpo e do espírito, disco reflete sobre a relação entre humanidade e inteligência artificial

12 ago 2026 - 15h29

Enquanto a tecnologia avança sobre territórios antes reservados à experiência humana, a Papangu tornou o medo da perda de humanidade matéria-prima para sua música.

Papangu mistura tradição nordestina e experimentalismo para refletir sobre a era da IA em novo disco
Papangu mistura tradição nordestina e experimentalismo para refletir sobre a era da IA em novo disco
Foto: Tenho Mais Discos Que Amigos!

Em Celestial, terceiro álbum da banda paraibana, rituais de proteção do corpo e do espírito servem como ponto de partida para uma reflexão sobre a relação entre o homem e a inteligência artificial, além da discussão a respeito da necessidade de reafirmar aquilo que ainda nos torna humanos.

Publicidade

O disco expande a imagética nordestina que atravessa a trajetória da Papangu e constrói um universo próprio a partir de ritmos tradicionais, referências à literatura de cordel, às artes audiovisuais, à literatura modernista e ao realismo mágico.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA AQUI

Fique por dentro das principais notícias
Ativar notificações