A data de libertação de P. Diddy foi antecipada para 21 de janeiro de 2028, segundo o Federal Bureau of Prisons. Detido em Nova Jersey após ser condenado a 50 meses por transporte para fins de prostituição — embora absolvido de tráfico sexual coercitivo —, o rapper cumpriu punição na solitária após uma briga recente. Enquanto gasta milhões em sua defesa e nega as acusações, Diddy também lida com disputas com seus advogados, que abandonaram um processo por falta de pagamento e comunicação.
A data de libertação do rapper P. Diddy foi novamente ajustada e antecipada, de acordo com os registros do Federal Bureau of Prisons. O rapper, atualmente detido no presídio FCI Fort Dix, em Nova Jersey (EUA), agora tem sua saída programada para 21 de janeiro de 2028.
Esta nova previsão representa uma antecipação significativa em relação à estimativa inicial da Justiça, que projetava sua soltura para junho de 2028. A alteração coloca Diddy mais próximo de deixar a prisão, conforme noticiado pelo jornal The New York Post.
Apesar dos ajustes em sua pena, o produtor musical enfrentou problemas recentes dentro da penitenciária. Ele cumpriu punição na solitária após se envolver em uma altercação, reagindo a insultos de outro detento e participando de uma troca de empurrões.
Em julho de 2025, Combs foi condenado a 50 meses de prisão por duas acusações relacionadas a transporte para fins de prostituição. Contudo, o júri o absolveu das acusações de tráfico sexual coercitivo e conspiração criminosa no mesmo processo judicial.
Mesmo cumprindo a pena, Diddy nega veementemente qualquer irregularidade e tem diversos outros processos civis em andamento. Estima-se que o rapper já tenha despendido mais de US$ 8 milhões (cerca de R$ 41 milhões no câmbio atual) em sua defesa contra acusações federais.
Paralelamente, o artista enfrenta turbulências em sua representação legal. O escritório de advocacia Sher Tremonte abandonou o caso de difamação de US$ 100 milhões que Combs movia contra a NewsNation. Os advogados alegaram acúmulo de dívidas substanciais em honorários e falta de comunicação por mais de quatro meses.
Em resposta, o músico defendeu-se afirmando ter trocado de representação legal por discordar de cobranças excessivas e faturas não autorizadas. Ele classificou o desentendimento como uma disputa puramente comercial com o escritório.