Sam Smith exalta apoio de Madonna após ataques sofridos por 'Unholy'

O impacto eterno de Madonna na voz e atitude do artista britânico, redefinindo o legado queer no mainstream

20 ago 2026 - 14h40
Resumo
Em entrevista recente, Sam Smith exaltou Madonna como sua grande referência e porto seguro, chamando-a de "mãe". O cantor destacou o apoio da Rainha do Pop após a onda de ataques conservadores ao hit "Unholy", ressaltando a histórica atenção e resistência da veterana em prol da comunidade LGBTQIA+. A conexão e a admiração mútua entre os dois ícones da música pop, pautadas pela ousadia e representatividade artística, também se materializaram na parceria "Vulgar", lançada em 2023.
Sam Smith exalta apoio de Madonna após ataques sofridos por 'Unholy'
Sam Smith exalta apoio de Madonna após ataques sofridos por 'Unholy'
Foto: The Music Journal

No cenário em constante ebulição da cultura pop, poucas figuras conseguem transcender gerações, moldando não apenas a música, mas o próprio tecido social. E quando um ícone contemporâneo como Sam Smith se curva diante de outro, a reverência ecoa com uma potência sísmica.

O artista britânico, em uma recente e reveladora conversa no "The Zane Lowe Show", veiculado pela Apple Music, não poupou palavras ao eleger Madonna como a força motriz mais singular e definidora de sua trajetória artística e pessoal.

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A declaração "Ela é a minha mãe" não é apenas um gracejo, mas um reconhecimento profundo da influência matriarcal da Rainha do Pop.

A Linha de Vida Queer em Melodia

A admiração de Sam Smith por Madonna não se restringe à obra fonográfica, mas se aprofunda na resiliência e no ativismo da artista. É um elo que se fortalece na trincheira da representatividade.

Sam Smith, cuja visibilidade na comunidade LGBTQIA+ é inegável, ressaltou a atenção quase maternal de Madonna em momentos de controvérsia. Um exemplo gritante foi a turbulência gerada por Unholy, um hit que provocou ondas de reações conservadoras.

"Assim que tudo aconteceu, ela fez questão de entrar em contato comigo", revelou Sam Smith, adicionando que a veterana "é muito atenta às notícias da comunidade queer e ao que acontece com os artistas que fazem parte dela".

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Essa sensibilidade de Madonna não é um acaso, mas a espinha dorsal de sua carreira.

"Você sente isso na música de Madonna. Sinto que todas as eras e a resistência dela são uma linha de vida para as pessoas queer"

É um testemunho de como a arte pode ser um porto seguro, um farol de esperança para aqueles que se sentem marginalizados. A identificação de Sam Smith com essa resistência não é apenas artística, mas um elo comportamental e cultural que ressoa em milhões.

Do Sucesso Compartilhado à Herança Cultural

A conexão entre os dois artistas não ficou apenas no plano da admiração mútua. Em 2023, essa sinergia se materializou em uma colaboração explosiva: Vulgar. Lançada meses após o fervor em torno de Unholy, a faixa não só solidificou a parceria, mas também reafirmou a ousadia e a visão de ambos no cenário musical.

A capacidade de Madonna de continuar relevante, de se conectar com novas gerações e de endossar vozes que, como a de Sam Smith, desafiam convenções, é um testamento de seu reinado inabalável.

A fala de Sam Smith não é apenas um elogio; é uma análise da longevidade e da importância social de Madonna. Em tempos de efemeridade digital e rápida ascensão e queda de estrelas, a Rainha do Pop se mantém como um pilar, uma referência inegável. Sua influência transborda as paradas musicais, impactando o comportamento, a moda e a aceitação de identidades.

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Para Sam Smith e para uma legião de fãs, Madonna não é apenas uma artista; é um manifesto vivo, uma mãe cultural que continua a pavimentar caminhos com sua arte e sua inabalável resistência.

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