Família de Arlindo Cruz fala pela primeira vez sobre a morte dele

Família de Arlindo Cruz emite comunicado comovente sobre a morte do sambista: 'Foi um poeta do samba, um homem de fé'

8 ago 2025 - 16h06
Arlindo Cruz
Arlindo Cruz
Foto: Reprodução / Instagram / Caras Brasil

A família do cantor Arlindo Cruz confirmou a morte dele por meio de um comunicado nas redes sociais. O sambista faleceu aos 66 anos de idade nesta sexta-feira, 8, após viver por 8 anos com as sequelas do AVC.

No comunicado oficial, a família destacou a personalidade dele, seu talento para a música e sua fé como detalhes marcantes de sua trajetória em vida.

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"Com imenso pesar, a família e a equipe de Arlindo Cruz comunicam seu falecimento. Mais do que um artista, Arlindo foi um poeta do samba, um homem de fé, generosidade e alegria, que dedicou sua vida a levar música e amor a todos que cruzaram seu caminho. Sua voz, suas composições e seu sorriso permanecerão vivos na memória e no coração de milhões de admiradores. Agradecemos profundamente todas as mensagens de carinho, orações e gestos de apoio recebidos ao longo de sua trajetória e, especialmente, neste momento de despedida. Arlindo parte deixando um legado imenso para a cultura brasileira e um exemplo de força, humildade e paixão pela arte. Que sua música continue ecoando e inspirando as próximas gerações, como sempre foi seu desejo", escreveram. 

Trajetória de Arlindo Cruz

Arlindo Domingos da Cruz Filho, o Arlindo Cruz, nasceu em 14 de setembro de 1958 no Rio de Janeiro. Ele se tornou um dos maiores sambistas do Brasil.

Ele começou a tocar cavaquinho ainda na infância e também aprendeu violão no início da pré-adolescência.

Ele começou a se profissionalizar quando estudou na escola Flor do Méier, que foi onde participou de rodas de samba e conheceu Candeia, que foi seu padrinho musical e o ajudou no lançamento do seu primeiro LP, chamado Roda de Samba.

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Depois de passar um tempo em Minas Gerais, ele voltou ao Rio de Janeiro e passou a frequentar as rodas de samba do Cacique de Ramos. Lá, ele tocou com Jorge Aragão, Beth Carvalho, Almir Guineto, Zeca Pagodinho e Sombrinha.

Ele se tornou compositor para outros sambistas até se tornar intérprete no Fundo de Quintal, banda na qual ficou por 12 anos.

Em sua carreira, Arlindo Cruz teve mais de 550 músicas gravadas por vários artistas. Em 2023, ele foi tema do samba enredo de uma escola de samba no carnaval do Rio de Janeiro.

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