O túmulo de Brigitte Bardot no Cemitério Marítimo de Saint-Tropez corresponde ao seu estilo de vida avesso à ostentação.
Na lápide, não há revestimento de mármore, escultura em bronze ou qualquer outro ornamento nobre típico de sepulturas de celebridades.
Apenas um crucifixo em relevo e a inscrição ‘Mucel Bardot’, sobrenomes da mãe e do pai da lendária atriz, enterrados ali desde a década de 1970.
A poucos metros ficam os jazigos chamativos de outros famosos da França, como os cantores Eddie Barclay e Pierre Bachelet.
Em espaço mais discreto estão os restos mortais do cineasta Roger Vadim, primeiro marido de Bardot, que morreu em 2000.
Inaugurado há 210 anos, o Cemitério Marítimo está voltado para o Golfo de Saint-Tropez e a Baía de Canebiers.
De lá, é possível avistar La Madrague, a propriedade onde a diva do cinema morou de 1958 até sua morte em 28 de dezembro de 2025, aos 91 anos.
De barco, são cerca de 10 minutos entre um ponto e outro em dia de águas calmas.
Resta saber se a privacidade que Brigitte Bardot tanto valorizava será respeitada em sua morada definitiva.
Não será surpresa se o túmulo dela se tornar o novo ponto turístico da Riviera Francesa. Bardot iria odiar.