O influenciador Rico Melquíades é alvo de ação do Ministério Público do Trabalho em Alagoas por suposto assédio eleitoral contra funcionárias domésticas, em caso que também investiga coação na esfera eleitoral. A ação pede R$ 5 milhões por danos morais coletivos após a divulgação de um vídeo em que ele questiona as preferências políticas das trabalhadoras. Melquíades alegou que o conteúdo era uma brincadeira entre parentes, justificativa que será avaliada com o contexto e as provas perante a lei.
O nome de Rico Melquíades entrou no centro de uma investigação que envolve relações de trabalho e o período eleitoral. O influenciador digital é alvo de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT-AL), que aponta suposto assédio eleitoral contra funcionárias domésticas. O órgão pede R$ 5 milhões por danos morais coletivos, além do cumprimento de 18 obrigações. O caso também chegou à esfera eleitoral, com investigação sobre uma possível prática de coação eleitoral.
Com as Eleições 2026 se aproximando, a discussão ganhou ainda mais repercussão. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, quando serão escolhidos deputados estaduais, deputados federais, senadores, governadores e presidente da República. Se houver segundo turno, a votação acontecerá em 25 de outubro.
O que aconteceu com Rico Melquíades?
A repercussão começou depois da divulgação de um vídeo em que Rico Melquíades aparece ao lado de mulheres que seriam funcionárias domésticas e questiona suas preferências políticas. Segundo o MPT-AL, a situação teria envolvido pressão relacionada à posição política das trabalhadoras e o uso da relação profissional para interferir em escolhas eleitorais.
O influenciador afirmou que o vídeo era uma brincadeira e declarou que as mulheres seriam suas parentes. Para a advogada e especialista em Direito Eleitoral Suéllen Paulino, porém, essa justificativa precisa ser analisada em conjunto com o contexto e as provas.
"A alegação de que se tratava de u...
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