Processado pela família de Preta Gil por conta de falas preconceituosas, envolvendo a religião da cantora, o padre Danilo César se manifestou perante à Justiça. Em 27 de julho do ano passado, sete dias após a morte da artista, aos 50 anos e por conta de complicações de um câncer, o religioso foi acusado de deboche ao questionar o motivo dos orixás não terem ressuscitados Preta.
Membro da Paróquia São José, em Campina Grande (Paraíba), Danilo acabou processado por grande parte da família da cantora: Gilberto Gil (pai), Flora (madrasta), Francisco (filho) e Nara, Marília, Bela, Maria, Bem e José (irmãos). O processo veio após a fala de teor intolerante ter sido registrada durante transmissão ao vivo no Youtube - o vídeo acabaria retirado do ar.
Os familiares de Preta Gil querem indenização de R$ 370 mil por danos morais ao entenderem que a fala do padre extrapolou os limites da liberdade de expressão, além de ter ferido a imagem e a religiosidade da artista.
A defesa de padre após acusação de intolerância contra Preta Gil
E o que disse o padre Danilo César ao se defender? Segundo a colunista Fábia Oliveira, do portal "Metrópoles", o religioso negou as acusações e disse ao se defender no último dia 10 que é necessário "considerar o contexto de sua fala". O padre afirmou ter se expressado em um culto interno e que teve como alvo uma específica comunidade.
Alegou também que sua intenção não foi atingir ou ofender aqueles que pertencem a outras religiões, uma vez que a elas não se dirig...
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