Nos últimos anos, os microdramas viraram uma verdadeira febre nas redes sociais e conquistaram o público de todo o mundo, incluindo os brasileiros. Vindos em sua maioria da China, a maior parte das história giram em torno de CEO's poderosos, ascensão social, vingança e um tipo de comportamento que o país tenta banir há muito tempo.
Agora, as histórias de romance entre CEO's milionários e mulheres comuns, com casamentos por contrato, famílias poderosas e disputas por dinheiro, estão na mira das autoridades chinesas e podem estar com os dias contados. Segundo a imprensa internacional, o governo do país está orientando que as produções deixem de apostar em temáticas exageradas para conquistar audiência.
De acordo com o perfil do Instagram Destinos China, as produções vêm movimentando bilhões de yuans por ano, chegando a faturar até mais do que o cinema chinês. Diante disso, a Administração Nacional de Rádio e TV lançou uma campanha para a 'limpeza' dos microdramas.
Por que os romances de CEO entraram na mira das autoridades chinesas?
O chamado 'CEO dominador' é um dos personagens mais conhecidos desse formato de microdramas. Normalmente, ele é um homem extremamente rico, poderoso e autoritário, enquanto a protagonista geralmente tem uma condição financeira muito inferior. A relação entre os dois é construída a partir de conflitos, atração e situações que acabam levando ao romance.
Esse modelo funciona bem nos microdramas porque os episódios são curtos e precisam apresentar conflitos ...
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