Conor Kennedy, de 31 anos, é mais conhecido no Brasil por ser marido da cantora Giulia Be e agora se tornou notícia por ter sido condenado pela Justiça Russa. O americano é acusado de ter atuado como mercenário ao lado das Forças Armadas da Ucrânia na guerra contra os russos e foi incluído na lista internacional de procurados.
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Quem é Conor Kennedy?
Muito antes do casamento com Giulia Be, Conor Kennedy já tinha uma lista de relações com grandes personalidade, a começar pelo sobrenome. Ele é sobrinho-neto de John F. Kennedy (JFK), que foi presidente dos Estados Unidos de 1961 a 1963, quando foi assassinado na cidade de Dallas.
Conor é filho de Robert F. Kennedy Jr. e Mary Kennedy, que morreu após cometer suicídio em 2012 em meio ao processo de divórcio de Robert.
Robert F. Kennedy Jr. é um advogado especializado em direito ambiental e atualmente ocupa o cargo de Secretário de Saúde no governo de Donald Trump. Segundo a revista Forbes, ele tem uma fortuna estimada em US$ 15 milhões, o equivalente a R$ 78 milhões.
Vida amorosa
Conor Kennedy teria tido outro relacionamento com uma famosa antes de Giulia Be. Segundo a mídia internacional, ele namorou Taylor Swift em 2012, mas eles não chegaram a assumir o relacionamento publicamente. Na época, a artista pop tinha 22 anos e Kennedy apenas 18 e ainda estava na escola.
Os dois chegaram a ser vistos juntos, inclusive em uma visita de Conor ao cemitério para ver o túmulo da mãe. Fãs de Taylor Swift associam a música Begin Again, sobre se apaixonar de novo após um término difícil, a Kennedy.
Problemas com a lei
Conor Kennedy já teve problemas com a lei antes da condenação no tribunal russo. Segundo a revista People, o americano já foi preso nos Estados Unidos em duas ocasiões. A primeira ocorreu em 2013, quando ele e outras 47 pessoas foram detidas por desobediência civil durante um processo em frente à Casa Branca contra a implementação de um oleoduto.
A segunda prisão ocorreu em 2017 por conta de uma briga de bar no Colorado. A família Kennedy declarou à revista People que a briga começou porque Conor estava defendendo um amigo gay que havia sofrido preconceito. Ele se declarou culpado, recebeu uma pena de seis meses e foi condenado também a pagar uma multa e escrever uma carta de desculpas à vítima.
Guerra na Ucrânia
Em outubro de 2022, Conor Kennedy revelou em uma publicação nas redes sociais que havia se juntado a uma legião de estrangeiros que foi lutar ao lado da Ucrânia na guerra contra Rússia.
Na postagem, Conor contou que a passagem dele pelo exército não foi longa. Ele disse que não tinha experiência militar antes de ter ido à Ucrânia, mas que ajudou no que podia e foi aprendendo novas habilidades com o passar dos dias. O americano falou que gostou de ser um soldado mais do que esperava e que estava disposto a morrer pelo país.