Desligado do ‘Flow’ em fevereiro de 2022, Monark disse ter vendido sua parte do videocast por R$ 10 milhões.
Contou que, pelo contrato, a quantia seria quitada em parcelas mensais de R$ 50 mil, mas o acordo não estaria sendo cumprido.
Deu a entender que nunca recebeu mais do que 5 mil dólares por mês (cerca de R$ 25 mil).
Foi com esta renda que viveu por quatro anos nos Estados Unidos em uma espécie de autoexílio devido ao cancelamento no Brasil.
Agora de volta a São Paulo, o apresentador reclama dos pagamentos abaixo do combinado e cogita levar à Justiça o antigo sócio e ex-colega de bancada, Igor Coelho.
Aliás, relatou ter sido ignorado por ele ao enviar mensagens pedindo a mudança de dados bancários para o recebimento das parcelas. Afirmou que não aceitaria eventual convite para retornar ao ‘Flow’.
Monark deu esses detalhes no ‘Bruno Aiub Show’, seu novo projeto no YouTube em que usa o nome de batismo, e no programa ‘IronTalks’, de Felipe Sestaro.
O comunicador demonstrou irritação pela demora em receber os milhões negociados. Disse que poderia estar tranquilo “vivendo de renda”.
Ressaltou que a ideia do ‘Flow’ foi dele e insinuou que Igor estaria sendo ingrato desde o episódio polêmico que culminou no rompimento da parceria.
Monark caiu em desgraça ao defender a possibilidade de existência de um partido nazista legalizado no Brasil, em nome da liberdade de expressão.
Houve forte reação da comunidade judaica, críticas na imprensa e nas redes sociais, e todos os patrocinadores deixaram a atração.
Dezenas de entrevistados solicitaram a exclusão dos vídeos de suas entrevistas.
Para salvar o videocast e impedir a demissão em massa da equipe, Monark aceitou deixar o programa e a sociedade. Igor seguiu sozinho.
Aos poucos, o ‘Flow’ reconquistou credibilidade e os anunciantes voltaram. O faturamento atual do videocast seria em torno de R$ 75 milhões por ano.
O espaço da coluna está aberto a todos os citados.