Mãe de jovem que morreu em salto faz desabafo doloroso: 'Maldita corda'

Mãe de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, que morreu aos 21 anos após ser arremessada sem corda na ponte de Limeira (SP), faz revelação

15 jun 2026 - 14h17

O último final de semana foi marcado por uma tragédia chocante no interior de São Paulo. A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, perdeu a vida no sábado (13). O acidente aconteceu após a vítima saltar de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira. Infelizmente, ela realizou o salto sem estar conectada a nenhum equipamento de segurança.

Reprodução/Instagram
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Foto: Mais Novela

Diante do luto avassalador, a mãe da vítima, Valdenia Rodrigues, quebrou o silêncio nas redes sociais. Ela utilizou o seu perfil no Instagram para expressar a sua dor profunda. Abalada com a perda repentina da filha, a mãe fez um desabafo curto e doloroso. "Aquela maldita corda te levou para sempre de mim. Minha filha amada, você se foi e aqui só resta dor e saudade. Te amo para sempre", disse a matriarca em sua primeira manifestação pública.

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Enquanto isso, os ritos de despedida aconteceram na manhã desta segunda-feira (15). O velório teve início às 7h no Velório Municipal de Jandira, na Grande São Paulo.Vale lembrar que a jovem morava nessa cidade com os seus parentes. Por fim, o sepultamento ocorreu por volta das 11h.

O que aconteceu com a jovem que morreu em salto sem corda?

Maria Eduarda havia se formado recentemente em Educação Física. Ela confiou a sua vida aos organizadores do evento extremo. Contudo, as imagens registradas durante a atividade mostraram uma falha de segurança inacreditável. Os profissionais responsáveis pelo esporte ergueram a garota na estrutura da ponte. Logo depois, os homens a jogaram em direção ao vão livre e não certificaram se os cabos e guias estavam presos ao corpo da jovem.

De acordo com informações do portal Metrópoles, a vítima despencou de uma distância aproximada de 27 metros de altura. Por causa disso, o impacto violento contra o solo causou um quadro de politraumatismo generalizado. A gravidade das lesões impediu qualquer reação dos socorristas no local e as equipes médicas apenas constataram o óbito da jovem na própria área do acidente.

Polícia Civil decreta prisão preventiva de três envolvidos

O desfecho trágico gerou uma resposta imediata por parte dos órgãos de segurança pública de São Paulo. Com o propósito de solucionar o caso, a Polícia Civil analisou o material em vídeo. Os agentes identificaram nominalmente os três homens que conduziam a dinâmica na plataforma. Maicon Fernandes Cintra, de 42 anos, Luis Felipe Feliciano Egoroff, de 32, e Vitor de Freitas Gonçalves, de 27 anos, receberam voz de prisão em flagrante.

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A autoridade policial indiciou os três operadores pelo crime de homicídio com dolo eventual. Isto porque os indivíduos assumiram conscientemente o risco de causar a morte de alguém. Recentemente, o trio passou pela tradicional audiência de custódia perante o Poder Judiciário.

Assim, o magistrado converteu as prisões em flagrante em prisões preventivas. Por consequência, os acusados permanecerão detidos por tempo indeterminado no sistema prisional enquanto o inquérito avança.

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