Lívia Andrade denuncia sumiço de fortuna após separação e aponta ex como culpado

Apresentadora acusa o empresário Marcos Araújo de violência patrimonial após fim de união estável e alega ter sido impedida de acessar bens e contas bancárias

2 fev 2026 - 15h40
(atualizado às 15h49)

A apresentadora Lívia Andrade registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo contra seu ex-companheiro, o empresário Marcos Araújo, revelando um suposto prejuízo milionário. Segundo o documento obtido com exclusividade pelo portal LeoDias, Lívia denuncia a retirada de quase R$ 5 milhões de sua conta bancária logo após o fim do relacionamento. O registro, feito em dezembro de 2025, deu origem a um inquérito policial que investiga crimes de perseguição, violência doméstica e, especificamente, violência patrimonial.

Lívia Andrade abre o coração e relembra críticas e ataques que recebia na época da escola
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Foto: Reprodução / Contigo

De acordo com o relato oficial, o casal manteve uma união estável por cerca de cinco anos, que chegou ao fim de forma consensual em agosto de 2025. No entanto, após o término, Lívia afirma ter enfrentado dificuldades severas para acessar seus próprios recursos financeiros e bens. No depoimento, a artista detalha que o ex-companheiro teria esvaziado sua conta corrente, retirando o montante estimado em quase R$ 5 milhões, valor que ela descreve como o fruto de toda a sua trajetória profissional. Além do bloqueio financeiro, o boletim aponta que a apresentadora teria sido impedida de utilizar seu veículo e de entrar em imóveis que pertenciam ao patrimônio do casal.

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Violência patrimonial e a Lei Maria da Penha

A polícia classifica tais condutas como violência patrimonial, prática prevista na Lei Maria da Penha que ocorre quando há controle indevido ou destruição de bens e valores da vítima, funcionando como uma forma de retaliação. A disputa se estende também ao campo empresarial, já que o casal possuía residências em São Paulo, Goiânia e nos Estados Unidos, além de um hotel em Santa Catarina. No documento, Lívia afirma deter 80% de participação no empreendimento hoteleiro, mas alega estar sendo impedida de acessar o local e de exercer suas atividades profissionais no negócio.

Monitoramento e medidas protetivas de urgência

O boletim de ocorrência descreve ainda um cenário de intimidação. A apresentadora relatou às autoridades que passou a ser monitorada por pessoas ligadas a Marcos Araújo após a separação, o que gerou um estado constante de insegurança e medo. Diante da gravidade dos fatos, a autoridade policial formalizou o depoimento e solicitou à Justiça a concessão de medidas protetivas de urgência, incluindo a proibição de contato e aproximação por parte do empresário. O caso segue sob investigação sigilosa, com foco na análise das movimentações bancárias e da suposta retirada milionária das contas de Lívia.

Lívia Andrade cobra R$ 10 milhões de ex

O conturbado rompimento entre a apresentadora Lívia Andrade e o empresário Marcos Aurélio Santos de Araújo acaba de ganhar um capítulo financeiro alarmante. Segundo documentos obtidos com exclusividade pelo portal LeoDias, Lívia registrou um boletim de ocorrência onde detalha uma disputa patrimonial que ultrapassa a casa dos oito dígitos, envolvendo empréstimos não quitados e o esvaziamento de suas contas pessoais.

A apresentadora cobra do ex-companheiro cerca de US$ 2 milhões, que é o equivalente a R$ 10,4 milhões na cotação atual. De acordo com o depoimento, esse montante foi emprestado por ela ao empresário ao longo dos cinco anos de relacionamento e, até o momento, não houve a devolução.

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A confusão patrimonial narrado por Lívia Andrade descreve táticas de isolamento e controle. O boletim aponta que a apresentadora foi impedida de entrar nos imóveis que pertenciam ao casal, ficando impossibilitada até de recuperar objetos de uso pessoal. A situação de vulnerabilidade teria se estendido ao transporte, com o relato de que seu próprio veículo foi retirado de sua posse, cerceando sua liberdade de locomoção. Para a apresentadora, essas ações não foram meros desacertos financeiros, mas sim uma estratégia de intimidação e represália por ter decidido encerrar a união estável em agosto de 2025.

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