Nas imagens da Seleção no embarque no Brasil e no desembarque nos Estados Unidos para a Copa do Mundo, a coluna notou o desfile de bolsas e malas de viagem dos jogadores.
Poucos surgiram carregando apenas a mochila simples de cor bege fornecida pela CBF.
A maioria dos atletas carregava produtos de algumas das marcas de luxo mais desejadas.
Neymar surgiu com uma mala Louis Vuitton Horizon que custa 3.000 euros (R$ 15 mil) e uma bolsa Keepall Bandoulière, da mesma grife, avaliada em cerca de R$ 20 mil.
Bruno Guimarães usou uma clássica Hermès R.M.S vendida por aproximadamente R$ 80 mil.
Endrick optou por uma Hermès Birkin Toile & Togo que não sai por menos de R$ 150 mil.
Uma das peças mais caras estava na mão de Casemiro: uma Hermès Birkin preta com vários bolsos que pode custar até R$ 350 mil.
Não há nada de errado em comprar e usar produtos caros, obviamente. São proporcionais aos rendimentos dos jogadores.
Essas marcas fazem parte do sonho da maioria das pessoas que ascendem socialmente. Consumi-las é, muitas vezes, a busca pela validação do sucesso pessoal.