Marcello Camargo criticou as constantes invasões de influenciadores à mansão abandonada no Morumbi onde viveu com Hebe Camargo, esclarecendo que o imóvel pertencia a seu padrasto, Lélio Ravagnani, e não à apresentadora. Doada aos filhos de Lélio antes de sua morte em 2000, a residência de luxo acabou em ruínas por disputas entre herdeiros. Em 2025, a propriedade quase foi leiloada judicialmente por dívidas da família, com lance inicial de R$ 4,1 milhões, mas a venda acabou suspensa sem receber lances.
Marcello Camargo, filho de Hebe Camargo, voltou a se manifestar sobre a mansão abandonada no Morumbi, na zona sul de São Paulo, onde a apresentadora viveu durante 21 anos.
Em vídeo publicado nas redes sociais, ele criticou as frequentes invasões ao imóvel por influenciadores interessados em explorar a curiosidade que a propriedade desperta. Ele também esclareceu que a casa não pertencia à mãe, mas a Lélio Ravagnani, segundo marido dela.
"Gente, vocês não devem aguentar mais eu falando desse assunto, né? Agora imagina eu, tendo que voltar aqui falar de novo disso que não para de ter gente postando coisa daquela casa que está em ruínas", afirmou Marcello.
Ele também condenou a entrada de pessoas no imóvel sem autorização. "E as pessoas invadem a casa! Isso é invasão de propriedade", reclamou.
Mansão foi colocada em leilão
Construída na década de 1970 por Lélio, a mansão ocupa um terreno de 2,2 mil metros quadrados, com 962 metros quadrados de área construída. O imóvel foi projetado para abrigar o empresário e Hebe, mas nunca pertenceu à apresentadora.
Ainda em vida, Lélio doou a propriedade aos filhos, Lélio Ravagnani Filho e Leila Ione Ravagnani. Após a morte do empresário, em 2000, Hebe e Marcello deixaram a residência e não voltaram a morar no local. A propriedade permaneceu com a família Ravagnani, mas acabou abandonada em meio a disputas entre os herdeiros.
Em 2025, a venda da mansão foi determinada em leilão judicial, em meio a uma disputa relacionada a dívidas da família Ravagnani. O edital descrevia ambientes como salas amplas, suítes, sauna, piscina e adega. O lance mínimo era de R$ 4,1 milhões, mas o imóvel não recebeu ofertas. A ordem de leilão, porém, foi suspensa após contestação apresentada por Lélio Ravagnani Filho.