A influenciadora e ex-BBB Emilly Araújo declarou apoio a Flávio Bolsonaro e gerou polêmica ao criticar a deputada Erika Hilton, a quem chamou de "homem biológico" à frente da Comissão dos Direitos da Mulher. Em vídeo, Emilly defendeu valores cristãos e da direita, rebatendo mensagens de ódio que faziam alusão à agressão sofrida por ela no reality show. Ela acusou os opositores de incitarem a violência e afirmou que acionou sua equipe jurídica para processar os autores dos ataques virtuais.
Influenciadora e campeã do 'BBB 17', Emilly Araújo declarou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) e criticou a deputada reeleita Erika Hilton (PSOL-SP). Em vídeo publicado nesta terça-feira (13), Emilly questionou a presença de 'um homem biológico' na presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher e, também, rebateu as mensagens de ódio que vem recebendo.
No vídeo, a famosa explica que cresceu frequentando a Igreja Católica e que, agora, frequenta a Evangélica. "Somos cristãos, acreditamos em Jesus Cristo e a gente tem a Bíblia como texto sagrado", disse. Em seguida, disparou: "E eu não tenho preconceito com nenhuma religião, mas eu tenho cérebro, tenho senso crítico e opinião própria".
Na sequência, ela frisou que 'a direita não odeia as mulheres' e que defende o poder de escolha, falando sobre a decisão de algumas em serem submissas e escolherem um homem provedor. Então, ela criticou:
"Mas uma coisa que eu não vejo lógica é um 'homem biológico' estar na presidência da Comissão dos Direitos da Mulher na câmara dos deputados", disse, referindo-se a deputada Erika Hilton.
Rebateu os ataques
Após expor sua opinião, Emilly disse estar ciente de que receberia críticas por se mostrar a favor da direita. No desabafo ela chamou de 'demônios' aqueles que a atacam e citam o caso de agressão que sofreu durante sua participação no 'BBB':
"Tão falando que eu deveria ter apanhado mais em rede nacional, que eu apanhei foi pouco, entre outras atrocidades, saibam que vocês estão sendo printados e encaminhados para minha equipe jurídica"
Por fim, declarou: "É impressionante que a turminha do amor é que mais incita ódio e violência contra uma mulher, só porque tem uma opinião diferente".
Assista ao vídeo:
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