Cláudia Guimarães é ex-mulher de Bruno Avelar, empresário e coach de famosos que morreu no acidente de helicóptero com o cantor Rick, e se pronunciou nesta segunda-feira, 28, sobre as comparações que estão sendo feitas entre ela e a segunda esposa de Bruno, Lívia Avelar, com quem ele havia se casado há cerca de um mês.
- Receba as principais notícias direto no WhatsApp! Inscreva-se no canal do Terra
Em uma publicação nas redes sociais, Cláudia disse que não quer transformar uma "perda tão dolorosa" em uma disputa entre ela e Lívia. Porém, ela disse que não aceitará declarações que questionem o caráter e a trajetória dela e afirmou que irá garantir os direitos dos filhos que teve com o empresário, Kevin, de 13 anos, e Kai, de 10
"A história que construímos e a história que veio depois têm, cada uma, o seu lugar. Respeitar uma não exige apagar a outra. Meus filhos fazem parte da história do pai e isso também merece ser respeitado. Não quero transformar uma perda tão dolorosa em uma disputa sobre quem é vilã ou santa", disse Cláudia.
"Quero seguir em paz e, acima de qualquer narrativa, quero que lembrem que existem duas crianças que perderam o pai. Cuidar delas, preservar a sua história e defender os seus direitos são prioridades inegociáveis para mim. É desse lugar que falo como mãe", completou ela, que foi casada por 17 anos com o empresário.
O acidente de helicóptero
O helicóptero onde Rick, o empresário Bruno Avelar e os outros tripulantes estavam decolou na última segunda-feira, 21, de Porto Belo, no litoral catarinense, em direção à cidade de São Joaquim, localizada em uma região montanhosa de Santa Catarina, onde os passageiros deveriam pousar antes do horário do almoço.
As buscas pela aeronave tiveram início na tarde de segunda-feira, e seguiram madrugada adentro, até a ela ser encontrada por volta das 12h desta terça-feira, 22. A bordo estavam cinco pessoas que foram encontradas sem vida.
Além de Rick, também estavam na aeronave o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto, Antônio Roberto Nóbrega de Araújo, e o copiloto do helicóptero, Leopoldo Barros Teixeira. Nenhum deles sobreviveu.
Segundo informações dos bombeiros, o helicóptero decolou de uma região próxima a Camboriú, no litoral de Santa Catarina, em direção à cidade de São Joaquim e desapareceu pouco antes de chegar ao destino.
Os corpos das vítimas foram encontrados e resgatados por transporte aéreo no dia seguinte ao acidente. Eles foram levados a Florianópolis para passar pelo reconhecimento e mais exames de perícia.