Dor no ombro, o que pode ser? Sintoma fez Flávia Alessandra descobrir diagnóstico

Grave? Especialista analisa caso de Flávia Alessandra após atriz de 'Quem Ama Cuida' fazer alerta nas redes sociais; confira!

18 ago 2026 - 13h43
(atualizado às 13h46)

Um depoimento publicado pela atriz Flávia Alessandra em sua conta oficial no Instagram serve de alerta para milhares de mulheres que enfrentam a transição hormonal. Aos 52 anos, a famosa abriu o jogo e confessou que demorou a associar episódios de cansaço constante e fortes dores nas articulações dos ombros aos efeitos da menopausa.

Reprodução/Globo
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Foto: Mais Novela

O relato coloca em evidência como diversos sinais do corpo nesse período acabam sendo ignorados por falta de informação. A condição citada por ela, que está no ar como Fábia em Quem Ama Cuida, tem nome técnico: trata-se da capsulite adesiva, popularmente conhecida no meio científico como a "síndrome do ombro congelado".

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De acordo com a ginecologista Dra. Cris Provatti, a queda nos níveis de hormônios femininos desempenha um papel direto no aparecimento do problema. "Na menopausa, as alterações hormonais, especialmente a redução dos níveis de estrogênio, podem provocar mudanças importantes no funcionamento das articulações e dos tecidos ao redor delas. É nesse contexto que algumas mulheres desenvolvem a chamada "síndrome do ombro congelado", também conhecida como capsulite adesiva, caracterizada por dor persistente, rigidez e uma limitação progressiva dos movimentos do braço, podendo dificultar tarefas simples como pentear os cabelos, vestir uma roupa ou alcançar objetos", detalhou a especialista sobre o impacto do quadro no cotidiano.

Fatores de risco e importância do diagnóstico médico

Contudo, a médica pondera que nem todas as pacientes que chegam a essa fase do amadurecimento vão vivenciar as mesmas complicações físicas. As variações nos hormônios criam um ambiente propício para processos inflamatórios, mas outros fatores de saúde também exigem atenção.

"A relação com a menopausa não significa que toda mulher nessa fase desenvolverá o problema, mas as alterações hormonais podem contribuir para um ambiente de maior inflamação e alterações nos tecidos articulares. Além disso, condições metabólicas, como diabetes e alterações da tireoide, também podem aumentar o risco", ressaltou.

Dessa forma, ao notar incômodos frequentes na região dos braços e ombros, a recomendação principal é buscar acompanhamento especializado para evitar que o quadro evolua. A médica reforça que a intervenção precoce garante mais qualidade de vida para a mulher.

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"Por isso, diante de uma dor no ombro que persiste ou começa a limitar os movimentos, é importante buscar avaliação médica para diferenciar a capsulite de outras causas de dor e iniciar o tratamento adequado, que pode envolver controle da dor, fisioterapia e, em determinados casos, outras intervenções", concluiu a Dra. Cris Provatti.

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