Após posar com o deputado Nikolas Ferreira em foto associada ao PL, a cantora Ana Castela gerou polêmica e dividiu opiniões nas redes. Ao tentar comemorar a marca de 25 milhões de seguidores e exibir um look, ela foi confrontada por internautas com críticas sobre contratos milionários de seus shows financiados por prefeituras e governos estaduais. Apesar dos ataques e do debate político gerado na publicação, fãs da artista saíram em sua defesa e apoiaram seu posicionamento.
A cantora Ana Castela deu o que falar nas redes sociais após surgir em uma foto com o deputado federal Nikolas Ferreira (PL). Na ocasião, os dois aparecem fazendo o número 2 com as mãos, gesto interpretado como referência ao número 22, utilizado pelo Partido Liberal nas eleições. Em meio à repercussão da imagem, a Boiadeira passou a dividir opiniões dos internautas na web.
Em um vídeo publicado nos últimos dias, ela exibiu um de seus looks e comemorou o aumento do número de seguidores em seu perfil. "Aprovado o look? 25 milhões por aqui", escreveu ela na legenda da publicação. No mesmo instante, o Instagram da sertaneja foi tomado por diversos comentários relacionados à polêmica em que ela se envolveu, contrariando o real intuito do post.
Conforme levantamento citado pelo site De Olho nos Ruralistas, Ana Castela teria acumulado R$ 73 milhões em contratos para apresentações custeadas por prefeituras e governos estaduais entre janeiro de 2024 e março de 2026. Ao todo, foram considerados 93 shows no período.
Opiniões divididas sobre Ana Castela
Diante disso, uma pessoa questionou: "O Pix das prefeituras sem creche e saneamento já caiu na conta?". Outra disparou: "25 milhões em 2026 só de dinheiro público". Em contrapartida, uma fã fez questão de enfatizar: "A cancelada mais amada do Brasil". Irritado, um rapaz respondeu: "A mais cafona do Brasil". No entanto, o apoio à Ana Castela prevaleceu: "A braba! Parabéns pelo posicionamento, nesse país só esquerdista pode se posicionar e achar que tá arrasando, vivemos em uma democracia e cada vota em quem quiser", opinou uma.