Acusada de calote, igreja famosa usa truque inacreditável para evitar despejo

Igreja de pastor famoso faz 'gambiarra proibida' para manter cultos em meio à dívida milionária de aluguel; saiba qual

21 ago 2026 - 11h40
Resumo
O texto fornecido contém apenas o título ("Acusada de calote, igreja famosa usa truque inacreditável para evitar despejo") e não apresenta o conteúdo do artigo. Para que eu possa elaborar o resumo denso solicitado com as informações principais, por favor, envie o texto completo da notícia.

O que começou como uma promissora união de espaços corporativos na Zona Oeste carioca descambou para uma disputa judicial tensa na Barra da Tijuca. A tradicional academia Rio Sport Center decidiu acionar os meios legais contra a Igreja Batista Lagoinha após alugar uma estrutura de 10 mil metros quadrados para as celebrações religiosas do templo. A alegação central gira em torno do descumprimento sistemático dos pagamentos contratuais.

Reprodução/Unsplash
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Foto: Mais Novela

Atrasos sucessivos e medidas drásticas dos proprietários

Conforme apurado pelo portal Leo Dias, as divergências financeiras vieram à tona logo no início da vigência do acordo imobiliário, firmado em agosto de 2024. O primeiro débito, estipulado no valor mensal de R$ 150 mil, atrasou 49 dias para ser depositado. Diante disso, a gestão do local afirma que nenhum pagamento posterior honrou as datas acordadas, gerando um rombo expressivo no caixa.

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Cansados da inadimplência, os administradores do terreno tomaram medidas radicais e interromperam o fornecimento de água e luz no local. Além do encerramento dos serviços básicos, os donos enviaram um comunicado formal exigindo que o grupo religioso desocupasse a propriedade de forma imediata.

Invasão por cima do muro e dízimo da igreja

No entanto, a ordem de despejo e o corte dos suprimentos esbarraram em uma manobra fora do comum arquitetada pelas lideranças, sob o comando do pastor Vitão. A tentativa de colocar um gerador potente pela entrada principal acabou barrada por policiais acionados pelos proprietários. Para contornar o bloqueio, a equipe do templo decidiu içar o equipamento pesado por cima do muro de um lote vizinho.

Dessa forma, o gerador passou a funcionar a todo vapor na área, permitindo a continuidade das celebrações e o recolhimento das ofertas financeiras normalmente. A comunidade frequentadora, contudo, segue sem saber do processo de despejo e das pendências acumuladas. A atitude foi taxada pelos donos do imóvel como uma estratégia deliberada para postergar o fim da parceria.

Até a publicação desta reportagem, o pastor Vitão não deu declarações públicas a respeito das acusações, deixando o assunto sob a responsabilidade dos advogados da instituição.

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