O clássico O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, ganhará uma nova adaptação cinematográfica que mescla atores reais e computação gráfica. O projeto inovador combinará a narrativa fantástica do livro infantil com passagens biográficas do próprio autor. A direção ficará a cargo do cineasta Morten Tyldum, conhecido por O Jogo da Imitação e pela série Silo, transformando a obra literária histórica em uma superprodução que promete unir cinebiografia e elementos lúdicos nas telonas.
Relato original de Iván Linares, do Xataka Espanha
Não me lembro de que idade eu tinha quando li meu primeiro livro, mas me lembro de qual foi: O Pequeno Príncipe, a jóia literária publicada por Antoine de Saint-Exupéry em 1943. Desde então, a obra foi traduzida para mais de 600 línguas e dialetos, com mais de 200 milhões de cópias, somando todas elas. O que faltam são filmes, pois o livro não teve muitas adaptações para o cinema.
Só a Bíblia supera o título de Exupéry em número de traduções. Na verdade, Exupéry tem até um recorde no Guinness por ser o autor cuja obra é a mais traduzida da história. Ele deixou sua marca em uma boa quantidade de crianças, as quais depois se tornaram adultos imaginando que um chapéu pode ser muito mais do que um chapéu. A carga imaginativa e nostálgica implícita em O Pequeno Príncipe transforma a história em matéria-prima para uma superprodução de Hollywood.
Uma nova adaptação de O Pequeno Príncipe está a caminho das salas de cinema. Não será uma adaptação literal da obra infantil, mas um filme que combinará a narrativa do livro com passagens reais da vida de Saint-Exupéry. Ao que parece, a proposta é uma espécie de cinebiografia combinada com ficção fantástica.
À frente da produção estará Morten Tyldum, responsável, entre outro, pelo filme The Imitation Game (O Jogo da Imitação no Brasil). O diretor está em evidência por uma das obras mais conhecidas da Apple TV+: Silo, na qual dirige alguns dos episódios.
Outro dos nomes anunciados para O ...
Matérias relacionadas
Aos 80 anos, Sylvester Stallone resume sua experiência como Rambo: "Era como um desenho animado"