Impulsionado pelo lançamento da elogiada nova adaptação de Zach Cregger estrelada por Austin Abrams, o autor revisita os seis filmes live-action anteriores de Resident Evil para avaliar sua real qualidade e legado. Apesar das fortes críticas recebidas ao longo de 24 anos, a saga original protagonizada por Milla Jovovich provou seu valor comercial ao arrecadar mais de 1,2 bilhão de dólares mundialmente, tornando-se um raro e duradouro sucesso de bilheteria baseado em videogames no cinema.
Depois de 24 anos de adaptações questionáveis no cinema live-action, Resident Evil finalmente ganhou um filme respeitável em uma extensa galeria de tentativas. Sob o comando da Sony Pictures e os direitos mais valiosos de todo o catálogo da Constantin Films, que provavelmente nunca abandonará os direitos da franquia, Zach Cregger apresentou sua visão dos jogos de survival horror ao mundo.
Ainda que não seja um filme unânime em aclamação ou nada imune a críticas, é para mim e para muitos dos meus colegas (jornalistas ou fãs), a melhor versão cinematográfica deste universo. Para não ser injusto e em meio ao hype dessa releitura estrelada pelo ótimo Austin Abrams, resolvi rever todos os filmes anteriores para responder uma questão: eles realmente são tão ruins?
Qual foi o maior impacto dos filmes de Resident Evil na indústria cinematográfica?
Para esclarecer isso, vamos ao plano geral e depois irei discorrer brevemente sobre cada capítulo. Primeiramente, é preciso lembrar que toda a franquia de Resident Evil estrelada pela protagonista de Ultravioleta e O Quinto Elemento arrecadou aproximadamente 1,232 bilhão de dólares em bilheteria mundial. Essa foi a única saga vinda dos videogames a ganhar tantos filmes em um período em que tal tipo de negócio era visto como um fracasso certo.
Embora nem todo…
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