Tentando vencer o ChatGPT, Claude ganha recurso para que consiga importar a memória de outras IAs

Você só precisa de um prompt e menos de um minuto para ter o Claude pronto

3 mar 2026 - 14h12
Foto: Xataka

Neste fim de semana, a Anthropic, startup estadunidense criadora do Claude, passou de ser uma IA utilizada pelo Pentágono e de ter parceiros como Microsoft e Amazon ao ostracismo total: desde sexta-feira às 17h01, foi classificada como um "risco para a cadeia de suprimentos". Veto total — uma séria ameaça à sobrevivência de uma empresa avaliada em 380 bilhões de dólares — e também um desafio para essas entidades que, em menos de seis meses, terão de migrar para outra alternativa. O próprio Pentágono já tem um acordo com a OpenAI para substituí-la.

A situação da Anthropic é, no mínimo, delicada, considerando seus clientes estratégicos e alianças — algo essencial para continuar crescendo na dura batalha da inteligência artificial. A empresa liderada por Dario Amodei, que se manteve firme em seus princípios ao expressar preocupação com o uso da inteligência artificial para vigilância civil em massa e o desenvolvimento de armas capazes de disparar sem intervenção humana, já anunciou que contestará a decisão. Mas, por enquanto, o cenário é desfavorável.

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A atenção vai para o mercado civil

O Claude alcançou o primeiro lugar entre os aplicativos gratuitos mais baixados na App Store dos EUA, segundo reporta a CNBC. Sim, esse cabo de guerra com o governo dos EUA acabou aumentando a popularidade do Claude, menos conhecido do que outras alternativas como ChatGPT ou Gemini. Por outro lado, esse movimento, no qual o governo estadunidense disse adeus à Anthropic em favor da OpenAI, também ...

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