Se você acha que a guerra das TVs já tinha chegado ao limite do brilho, contraste e número de zonas de escurecimento, a Hisense apareceu na CES 2026 para dizer: você achou errado. E essa mudança começa no próprio "DNA" da luz — com um quarto LED adicionado ao tradicional trio RGB.
A marca apresentou a 116UXS, primeira TV com a tecnologia RGB MiniLED evo, e o projetor a laser XR10, colocando os displays no centro da estratégia para telas grandes. Em vez de apenas subir números de marketing, a Hisense trabalha na arquitetura da retroiluminação: além dos LEDs vermelho, verde e azul, entra em cena um LED Sky Blue-Cyan, pensado para preencher uma faixa frequentemente ausente do espectro de luz natural.
O resultado prometido é ambicioso: cobertura acima de 110% do BT.2020, controle de cor de 134 bits e precisão com ΔE abaixo de 1,0 — nível que flerta com padrão profissional. Na prática, isso significa tons mais naturais de céu, água e gradientes entre verde e ciano, evitando aquele aspecto "artificial" que ainda aparece em muitas TVs super brilhantes.
Há também uma preocupação clara com conforto visual. Ao otimizar a fonte de luz, a Hisense diz reduzir em até 80% a emissão de luz azul potencialmente prejudicial — algo especialmente relevante em telas gigantes e sessões prolongadas de filmes, esportes ou games.
A 116UXS estreia essa abordagem "orientada pela estrutura", combinando desempenho extremo com uma experiência pensada para ser menos cansativa. Ao mesmo tempo, as linhas UR8 e ...
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