O novo Huawei Watch D3 avança no monitoramento de saúde ao integrar um medidor de pressão arterial diretamente no pulso, utilizando uma pulseira que infla como um aparelho tradicional de uso contínuo. A inovação reforça a estratégia da marca nesse segmento, apoiada por testes clínicos que compararam a tecnologia da linha a sistemas médicos ambulatoriais (MAPA) para pacientes com hipertensão, transformando o relógio inteligente em um dispositivo médico prático e acessível para o dia a dia.
Relato original de Javier Marquez, do Xataka Espanha
Se você usa um relógio inteligente, provavelmente já viveu algo parecido com o que acontece comigo: cada vez mais nos parece normal que ele nos forneça informações sobre nossa saúde. Ele nos acompanha enquanto dormimos, registra nossa frequência cardíaca, estima níveis de estresse e, em alguns modelos, permite até fazer um eletrocardiograma. Ainda assim, nesta semana, houve algo que conseguiu me surpreender. Iniciei uma medição e senti como a pulseira começava a inflar e a apertar meu pulso aos poucos. O princípio era o de um aparelho de pressão, mas inserido em um dispositivo que podemos usar durante todo o dia.
Esse relógio era o Huawei Watch D3, a nova geração de uma família com a qual a empresa chinesa quer levar o monitoramento da saúde muito mais longe do que em um wearable convencional. A Huawei vem colocando esse campo no centro de sua estratégia há algum tempo e, na família Watch D, essa aposta se concretiza de uma forma muito particular: levar a medição da pressão diretamente ao pulso. Em Madri, além disso, a apresentação foi acompanhada de um estudo realizado no Hospital Clínico San Carlos com o Watch D2, comparado durante 24 horas com um sistema tradicional de monitoramento ambulatorial da pressão arterial, conhecido como MAPA, em pacientes com hipertensão.
Um aparelho de pressão que levamos no pulso
Antes de medir qualquer coisa, há uma etapa que é mais importante do que o habitual: escolher corretamente a ...
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