Brad Smith é mais do que apenas o vice-presidente do conselho e presidente da Microsoft: Smith também é advogado e, como ele mesmo relata, no início de sua carreira pediu um computador à sua empresa porque acreditava firmemente que os computadores poderiam mudar a forma como os advogados trabalham. Na verdade, sua biografia na Wikipédia fornece mais detalhes: isso foi um requisito que ele impôs para ingressar no escritório de advocacia Covington & Burling, em Washington, D.C.
Fiel à sua palavra: em 1986, ele se tornou a primeira pessoa na empresa a possuir um, utilizando o lendário processador de texto Word 1.0. Em retrospectiva, soa como jogada de marketing, mas é um presságio tremendo: a Microsoft anunciou o Legal Agent para Word, um agente de IA projetado para o trabalho jurídico.
Mais recente novidade da Microsoft não é um Copilot jurídico
O Legal Agent é um agente projetado para entender e operar dentro de um documento jurídico como um advogado faria: ele analisa riscos, compara cláusulas com as políticas internas da organização, rastreia as alterações que gera, diferencia entre revisões anteriores e novas propostas e detecta disposições potencialmente problemáticas. Tudo isso acontece dentro do próprio arquivo .docx, sem nunca sair do Word.
O que o diferencia tecnicamente é sua arquitetura. O agente não solicita ao LLM que gere cada edição diretamente, mas combina essa camada de compreensão semântica com uma camada determinística que aplica as alterações de forma ...
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