Para reduzir nossa pegada de carbono, é bastante comum reutilizar garrafas plásticas e dar-lhes uma segunda vida. O problema é que, quando essas garrafas contêm materiais plásticos, elas podem ser uma porta de entrada perfeita para os microplásticos, que encontramos em grande parte do nosso corpo, embora isso sempre dependa de como reutilizamos essas garrafas.
Mas não estamos falando apenas das garrafas plásticas que compramos no supermercado com água ou outros líquidos, como refrigerante, mas também das garrafas térmicas que vemos em muitos lugares, que prometem manter as coisas quentes ou frias.
A composição plástica dessas garrafas pode gerar preocupação, especialmente depois que microplásticos foram encontrados em testículos, leite materno e outras partes do corpo. É lógico pensar que, se usarmos a mesma garrafa vinte ou trinta vezes, acabamos ingerindo essas substâncias.
Medo dos microplásticos
Aos poucos, detalhes sobre os efeitos do consumo de microplásticos na nossa saúde, particularmente na fertilidade, estão vindo à tona. Isso significa que precisamos questionar os recipientes que usamos para alimentos, a fim de nos "protegermos" dos seus efeitos nocivos, como pode acontecer com garrafas e outros recipientes para alimentos.
A crença popular é de que reutilizar garrafas pode representar um risco significativo devido ao suposto acúmulo de bisfenol A (BPA) e à proliferação de bactérias perigosas caso não sejam limpas diariamente. No entanto, as evidências científicas atuais...
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