Fabiana Borelli, nutricionista, sobre cortar a parte mofada das frutas: "Cuide da sua saúde da melhor maneira possível. O que você não conseguir, tá tudo bem, a gente é feito pra pra isso"

Consumo ocasional não significa um problema imediato, mas fungos podem produzir substâncias que exigem atenção

12 ago 2026 - 10h25
Mamao
Mamao
Foto: Imagem gerada por IA / Xataka

Encontrar uma fruta com uma pequena parte mofada costuma provocar uma dúvida, será que posso cortar o pedaço estragado e comer o que sobrou ou é melhor jogar tudo fora?

Para a nutricionista Fabiana Borelli, a resposta não é tão simples quanto parece. Em vídeo publicado nas redes sociais, ela explicou que o mofo visível na superfície pode ser apenas a parte mais evidente de uma contaminação que já avançou para regiões que não conseguimos enxergar.

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Mofo pode ter se espalhado por todo o alimento

A camada esbranquiçada, verde ou escura que aparece na fruta é apenas a manifestação visível do fungo. A nutricionista explica que, quando o fungo desenvolve estruturas semelhantes a pequenos pelos, ele pode estar presente também em partes que não são perceptíveis a olho nu.

São estruturas chamadas de hifas, que fazem parte do desenvolvimento dos fungos. Por isso, simplesmente retirar a área que apresenta mofo não significa necessariamente que todo o fungo tenha sido removido.

Problema pode ser cumulativo e não imediato

Para Fabiana, a principal preocupação não está necessariamente em passar mal imediatamente depois de consumir uma fruta que teve uma pequena área mofada.

Ela chama atenção para o fato dos fungos produzirem micotoxinas, substâncias químicas que podem acabar sobrecarregando o organismo com o tempo.

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Segundo a nutricionista, essas substâncias precisam ser processadas pelo organismo, envolvendo órgãos como fígado e rins.

A nutricionista também destaca que a exposição não ...

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