Quem já experimentou sabe. Programar com IA pode ser maravilhoso, principalmente se você (quase) não entende nada de programação. É aí que os modelos generativos de IA fizeram sua primeira e provavelmente única revolução.
Os desenvolvedores foram os primeiros a poder adotar essa nova tecnologia. O surgimento do GitHub Copilot em 2021 mostrou que não era mais necessário escrever tanto código manualmente, pois a máquina já o fazia automaticamente. Desde então, o avanço da IA generativa na área de programação tem sido impressionante.
A questão é: esse avanço foi positivo? A resposta não é tão simples.
É certo que a IA possibilitou:
- Que milhões de pessoas que não eram programadoras pudessem transformar suas ideias para aplicativos e jogos em realidade.
- Que milhões de profissionais pudessem economizar tempo ao não precisarem escrever código repetitivo, concentrando-se em outras tarefas mais importantes e produtivas.
A indústria, naturalmente, tem insistido bastante nessa visão de transformação do setor. Satya Nadella (CEO da Microsoft) e Sundar Pichai (CEO da Alphabet/Google) já afirmaram, meses atrás, que cerca de 25% do código gerado por suas empresas é criado por IA. Enquanto isso, Jensen Huang foi além e deixou claro que, neste momento, ninguém precisa mais aprender a programar, pois a IA fará isso por nós.
Essas são afirmações muito fortes, mas por trás delas se esconde outra realidade: nem tudo que reluz no mundo da IA para programadores é ouro. A MIT Technology Review ...
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