A China tem uma forma peculiar de compreender e integrar a IA ao cotidiano. Enquanto os EUA apostam nos grandes modelos de linguagem, a estratégia chinesa passa pela criação do que chamam de embodied AI, que pode ser traduzido como "IA personificada". A China quer exportar essa estratégia e pretende começar por Hong Kong, onde abrirá uma loja administrada por um robô.
O anúncio foi feito pelo secretário de Finanças de Hong Kong, Paul Chan Mo-po, em seu blog semanal. Na publicação, ele fala sobre a estratégia de Hong Kong para impulsionar a IA e transformá-la em um benefício cotidiano para seus cidadãos. Como parte desse plano, será inaugurada uma loja de conveniência no calçadão à beira-mar de Hung Hom que funcionará 24 horas por dia e será administrada por um robô humanoide capaz de atender clientes em vários idiomas.
O texto não esclarece qual empresa está por trás da iniciativa e limita-se a dizer que se trata de uma companhia da China continental. Entre as empresas chinesas de robótica mais conhecidas estão a Unitree e a Deep Robotics, embora existam muitas outras. Segundo o anúncio, essa será a primeira loja desse tipo aberta fora da China continental e Hong Kong foi escolhida como a "primeira parada na expansão global de seu conceito de varejo".
Robôs no atendimento
[Relato de Amparo Babiloni, do Xataka Espanha]
Embora não esteja claro qual é a empresa responsável, há suspeitas de que possa ser a Galbot. Por quê? Porque, no fim do ano passado, meu colega Alex esteve em ...
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