Depois de utilizar o Galaxy Z Fold6 por vários meses e passar cerca de dois meses com o Galaxy Z Fold7 como aparelho principal, a principal conclusão é que a Samsung não reinventou a experiência do Fold, mas refinou pontos que impactam diretamente o uso diário.
Curiosamente, as mudanças mais relevantes não aparecem quando o aparelho está aberto. Elas aparecem justamente quando ele está fechado.
Tela externa: a melhoria mais importante da geração
A ampliação da tela externa do Fold7 parece uma mudança pequena na ficha técnica, mas produz um impacto significativo na experiência cotidiana.
No Fold6, a tela externa frequentemente me levava a abrir o aparelho para executar tarefas simples, principalmente responder mensagens, digitar textos mais longos ou utilizar aplicativos rapidamente. O teclado ficava mais apertado e a digitação exigia mais atenção.
No Fold7, a tela externa se aproxima muito mais da experiência de um smartphone tradicional. Responder mensagens, navegar rapidamente por aplicativos ou realizar interações curtas se tornou muito mais confortável. Na prática, isso reduz consideravelmente a necessidade de abrir o aparelho ao longo do dia.
Essa talvez seja a evolução mais importante da geração.
Espessura: finalmente um dobrável mais natural
Outro avanço perceptível está na redução da espessura.
Com o aparelho fechado, o Fold7 transmite uma sensação muito mais próxima de um smartphone convencional. A pegada é mais confortável e o volume no bolso é significativamente ...
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