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Desconforto imediato: militares brasileiros identificam 'capacidade de vigilância' em navio chinês de 180 metros que ficou atracado no Rio de Janeiro

A visita deveria ser um gesto de amizade e cooperação humanitária, mas acabou se transformando em uma dor de cabeça diplomática e militar

16 jan 2026 - 14h55
(atualizado às 17h43)
Foto: Xataka

A visita deveria ser um gesto de amizade e cooperação humanitária, mas acabou se transformando em uma dor de cabeça diplomática e militar. O Silk Road Ark, navio da Marinha da China de 180 metros e sete andares que atracou no Rio de Janeiro na última semana, levantou suspeitas imediatas entre as autoridades brasileiras por um motivo simples: sua tecnologia não condiz com sua missão oficial.

Oficialmente, a embarcação faz parte da "Missão Harmony 2025", voltada para ajuda humanitária. No entanto, fontes confirmaram que o navio gerou "desconforto" na Marinha e no Itamaraty ao exibir uma quantidade incomum de equipamentos de inteligência.

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O que havia no navio (além de macas)

Ao contrário do que se espera de uma embarcação médica padrão, o Silk Road Ark chegou ao Brasil equipado com uma infraestrutura robusta de vigilância. Segundo apuração militar, a estrutura externa do navio ostenta diversos sensores, antenas e radares.

Para os especialistas, essa configuração transforma o suposto hospital flutuante em uma poderosa plataforma de reconhecimento, capaz de coletar dados estratégicos, tais como a infraestrutura portuária do Rio de Janeiro, características geográficas detalhadas do litoral brasileiro e rotas marítimas sensíveis.

Essa capacidade de uso duplo — servir como hospital e como espião — é o que acendeu o alerta vermelho. A ausência de transparência sobre esses equipamentos gerou apreensão, especialmente porque o Brasil não possui acordos bilaterais de cooperação militar com a ...

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