É duro, mas é verdade: fazer mais exercício não equivale automaticamente a estar mais em forma; entenda por quê

O segredo não está em passar muitas horas na academia, mas em como elas são distribuídas

5 mar 2026 - 14h15
(atualizado às 15h51)
Foto: Xataka

Durante décadas, a principal mensagem transmitida pela medicina foi de que o exercício físico deve ser uma prioridade. Acumular horas de atividade por semana tem sido o grande objetivo de muitos. No entanto, um novo estudo veio para virar isso de cabeça para baixo, passando a dar grande importância ao tipo de exercício e à variedade do "cardápio" de treino que seguimos quando vamos à academia.

O estudo, publicado no fim de 2025, apontou que combinar diferentes tipos de exercícios reduz o risco de mortalidade, independentemente de se praticar muito ou pouco exercício no total. A conclusão é que, em vez de dedicar muitas horas a um único exercício, vale a pena diversificar entre diferentes modalidades, reservando um tempo para cada uma delas.

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Para chegar a essa conclusão, a equipe de pesquisa utilizou os dados de dois grandes grupos de pessoas, reunindo mais de 100.000 indivíduos, que foram acompanhados por mais de trinta anos. Dessa forma, por meio de diferentes questionários, a equipe media o tempo de atividade de cada uma das pessoas analisadas, estabelecendo um limite mínimo de 20 minutos de atividade por semana para considerar que alguém realmente a praticava e que isso era significativo.

O objetivo era buscar uma correlação entre os níveis de atividade, o número dessas atividades e, sobretudo, como os participantes chegavam à idade adulta e até mesmo quando morreram, no caso daqueles que não chegaram ao final do estudo.

Os resultados

A constatação mais marcante é que o ...

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