Uma ejeção de massa coronal do Sol atinge a Terra nesta sexta-feira, gerando uma tempestade geomagnética moderada de nível G2. O fenômeno ocorre pela interação de partículas solares com a magnetosfera terrestre e pode causar oscilações em redes elétricas, satélites e sinais de rádio. O evento também amplia a visibilidade de auroras boreais e austrais para além das regiões polares habituais, embora o espetáculo não possa ser observado a partir do Brasil.
Uma ejeção de massa coronal lançada pelo Sol está prevista para atingir a Terra nesta sexta-feira (9), com potencial para provocar uma tempestade geomagnética moderada de nível G2. O fenômeno pode ampliar a área de ocorrência das auroras boreais e austrais, permitindo que sejam observadas em regiões mais distantes dos polos do que o habitual.
O espetáculo não poderá ser visto do Brasil. A possibilidade de observar as auroras dependerá da intensidade da tempestade e da interação entre as partículas solares e o campo magnético terrestre.
O que é uma tempestade geomagnética?
Uma tempestade geomagnética acontece quando partículas e campos magnéticos transportados pelo vento solar interagem com a magnetosfera, a região que envolve e protege a Terra. Uma das principais causas desses eventos são as ejeções de massa coronal (CMEs), grandes nuvens de plasma lançadas pelo Sol.
A NOAA classifica as tempestades geomagnéticas em uma escala de G1 a G5, da menor à mais intensa. O nível G2 é considerado moderado e pode provocar alterações em sistemas de energia, satélites e comunicações de rádio em determinadas condições.
Por que as auroras podem aparecer mais ao sul?
As auroras boreais e austrais surgem quando partículas energéticas interagem com gases da atmosfera terrestre, liberando energia na forma de luz. Normalmente, elas são mais frequentes em regiões próximas aos polos magnéticos.
Durante tempestades geomagnéticas, a interação entre o material lançado pelo Sol e o campo magnético ...
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